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		<description>What's New on Samsung Newsroom</description>
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				<title>Sinfonia Samsung Rock une Orquestra Juvenil Heliópolis e grandes nomes da guitarra em homenagem ao gênero</title>
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				<pubDate>Thu, 10 Aug 2017 19:00:39 +0000</pubDate>
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																<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5998" style="width: 714px" class="wp-caption aligncenter"><img class="wp-image-5998 size-full" src="https://img.global.news.samsung.com/br/wp-content/uploads/2017/08/Sinfonia-Samsung-Rock.jpg" alt="" width="704" height="335" /><p class="wp-caption-text">Imagem meramente ilustrativa</p></div>
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<p>Na linguagem da música erudita, <strong><em>suíte</em></strong> é o nome que se dá à sequência de obras, movimentos ou andamentos diferentes tocados sem interrupção, mas na mesma tonalidade. No universo da música eletrônica, <strong><em>mashup</em></strong> é uma composição criada a partir da mistura de duas ou mais canções pré-existentes. É entre esses dois modelos de criação musical que se situam as peças que compõem o repertório da primeira edição do <strong>Sinfonia Samsung Rock</strong>, evento que em setembro une a <strong>Orquestra Juvenil Heliópolis</strong> a um grupo de músicos de rock e quatro guitarristas consagrados para celebrar a bem-sucedida história do gênero. Os concertos, gratuitos e ao ar livre, acontecem no <strong>Rio de Janeiro</strong> (<strong>dia 3, na Praia de Ipanema</strong>) e <strong>São Paulo</strong> (<strong>dia 10, no Parque Ibirapuera</strong>).</p>
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<p>O projeto compõe uma das atividades previstas no calendário 2017 do <strong>Samsung Conecta</strong>, iniciativa que tem por objetivo oferecer experiências únicas na música e no esporte, gerando inclusão, oportunidades e acessibilidade aos brasileiros.</p>
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<p>“O <strong>Sinfonia Samsung Rock</strong> é mais uma oportunidade de conectar o público a coisas incríveis, mostrando que a Samsung tem muito mais a oferecer dos seus produtos inovadores e de alta tecnologia. Ao unir o clássico e o Rock, interligando as décadas e artistas como Nirvana e Renato Russo, que inclusive já fazem parte do calendário 2017 de eventos musicais patrocinados pela Samsung, queremos mostrar que a cultura vai muito além do erudito e que pode se apresentar de muitas formas. Nosso objetivo é tocar o emocional das pessoas, evocando memórias e sentimentos. E a música tem um poder enorme para isso”, afirma <strong>Andréa Mello</strong>, Diretora de Marketing Corporativo e de Consumer Electronics da <strong>Samsung Brasil</strong>.</p>
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<p>Concebido por <strong>Monique Gardenberg</strong>, <strong>Jeffrey Neale</strong> e <strong>Lourenço Rebetez</strong> (com colaboração da cantora e compositora <strong>Marina Lima</strong>), o espetáculo tem roteiro e curadoria de <strong>Marcus Preto</strong> e contempla as fases mais importantes do <em>rock and roll </em>e dos gêneros que dele derivaram. O diretor musical <strong>Ruriá Duprat</strong> convocou outros grandes nomes da música – como <strong>Nelson Ayres</strong>, <strong>Wagner Tiso</strong>, <strong>Thiago Costa </strong>e o próprio<strong> Rebetez</strong>– para criarem com ele os arranjos orquestrais. A regência ficou a cargo do maestro <strong>Edilson Ventureli</strong>, titular da Sinfônica.</p>
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<p>O show dá protagonismo à figura do guitarrista, peça-chave em qualquer banda de rock. Para tanto, traz quatro convidados se revezando nesse posto: <strong>Luiz Carlini</strong> (da banda <strong>Tutti-Frutti</strong>, surgida nos anos 1970), <strong>Edgard Scandurra</strong> (do <strong>Ira!</strong>, que estreou nos 1980), <strong>Lucio Maia</strong> (da <strong>Nação Zumbi</strong>, anos 1990) e o caçula <strong>Tim Bernardes</strong> (da banda <strong>O Terno</strong>, 2000) &#8211; figuras de grande relevância nas últimas quatro gerações do rock brasileiro.</p>
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<p>O roteiro se desenvolve sobre critérios estritamente musicais. Algumas peças foram construídas a partir de uma seleção prévia de clássicos do gênero – algo em torno de quatro canções que, entregues aos arranjadores, foram reorganizadas por eles, em processo de corte e costura, até se tornar uma nova composição, em <em>suítes</em> e <em>mashups</em>. Mas também há espaço para canções inteiras, integrais, como foram imaginadas por seus compositores originais.</p>
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<p>Uma programação de videoartes – especialmente concebidas para o evento – irá acompanhar os 18 números musicais do concerto. Os trabalhos levam a assinatura de alguns dos principais videoartistas do país, incluindo <strong>Ana Paula Carvalho</strong>, <strong>Batman Zavareze</strong>, <strong>Eder</strong> <strong>Santos</strong>, <strong>Grima Grimaldi</strong>, <strong>Gringo Cardia</strong> e<strong> Muti Randolph</strong>.</p>
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<p>“Para construir o roteiro, partimos de cerca de 500 canções ‘que não podiam faltar de jeito nenhum’, diverte-se o curador <strong>Marcus Preto</strong>. “Como critério para organizar conceitualmente o repertório, dividimos as canções a partir da representação visual da atitude musical de cada fase, desde a atmosfera ‘paz e amor’ do Rock Psicodélico, até o colorido geométrico da New Wave, passando pelo brilho do Glam Rock e as calças rasgadas e os alfinetes do Punk, e assim por diante. Com muito sofrimento, chegamos, então, a dez canções para cada um dos 18 subgêneros do rock, que foram arranjadas em <em>mash ups</em>, duelos, suítes, solos etc, até chegar no set list do espetáculo”, explica.</p>
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<p>A linha do tempo parte da década de 1960, contemplando clássicos dos <strong>Beatles</strong>, dos <strong>Rolling Stones</strong> e dos <strong>Beach Boys</strong>. E chega até a geração brasileira dos anos 1990 e 2000, cruzando pontos fundamentais das obras dos Titãs e Legião Urbana.</p>
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<p>Há peças dedicadas a gêneros específicos, como o <em>folk</em> (colando clássicos de <strong>Bob</strong> <strong>Dylan</strong> e <strong>Simon &amp; Garfunkel</strong>), o rock psicodélico (com <strong>Jimi Hendrix</strong>, <strong>Cream</strong>, <strong>The Mamas &amp; the Papas</strong> e <strong>Jefferson Airplane</strong>) e o <em>indie</em> (com <strong>The Verve</strong>, <strong>White Stripes</strong>, <strong>Franz Ferdinand</strong>) e o punk (<strong>Ramones</strong>, <strong>Sex Pistols</strong> e <strong>The Clash</strong>). No mesmo espírito, o “<em>Mashup Synthpop</em>” junta <strong>New Order</strong>, <strong>Depeche Mode</strong>, <strong>Eurythmics</strong> e outras bandas do rock eletrônico dos anos 1980.</p>
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<p>Alguns artistas falam por todo um gênero. <strong>Pink Floyd</strong> representa o rock progressivo. <strong>David Bowie</strong>, o <em>glam-rock</em>. <strong>Rita Lee</strong> é a mais completa tradução do rock brasileiro, dos anos 1960 aos 2000. E não é preciso muito mais do que os quatro <em>singles</em> do álbum <strong><em>Nevermind</em></strong> (1991), da banda <strong>Nirvana</strong>, para explicar do que é feito o <em>grunge</em>: uma peça foi escrita especialmente para cada um desses quatro casos.</p>
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<p><strong>ORQUESTRA JUVENIL  HELIÓPOLIS</strong></p>
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<p>Criada em 2009, a OJH é formada por 60 músicos de 14 a 25 anos de idade. Sob a batuta do maestro Edilson Venturelli, a orquestra já se apresentou em algumas das principais salas de concerto de São Paulo, como o Theatro São Pedro, Sala São Paulo, Auditório MASP, Centro Cultural São Paulo, entre outros. Mantida pelo Instituto Baccarelli – organização sem fins lucrativos voltada para o ensino musical, formação artística e inserção social –, a Orquestra Juvenil Heliópolis participou de eventos como o Criança Esperança (2011) e a III Conferência Global Sobre o Trabalho Infantil, realizada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), em Brasília. O Instituto conta com a direção artística do maestro Isaac Karabtchevsky e o patronato do renomado regente indiano Zubin Mehta, que se encantou com a instituição ao visitá-la em 2005.</p>
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<p><strong>GUITARRISTAS</strong></p>
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<p><strong>Luis Carlini</strong></p>
<p>Um dos maiores nomes do gênero no país, acompanhou <strong>Rita Lee</strong> durante a década de 70 na banda <strong>Tutti-Frutti</strong>. Ali, foi coautor de clássicos como <strong><em>Agora Só Falta Você</em></strong>, <strong><em>Corista de Rock</em></strong> e <strong><em>Com a Boca no Mundo</em></strong>. É dele o mitológico solo de <strong><em>Ovelha Negra</em></strong>, um dos mais famosos da cultura pop nacional. Quando <strong>Rita</strong> se casou com <strong>Roberto de Carvalho</strong>, <strong>Carlini</strong> seguiu com o <strong>Tutti-Frutti</strong>.</p>
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<p><strong>Edgar Scandurra</strong></p>
<p>Guitarrista e principal compositor do <strong>Ira!</strong>, também integrou o <strong>Smack</strong> e a banda punk paulistana <strong>As Mercenárias</strong> (como baterista). À parte do <strong>Ira!</strong>, tem seis álbuns solo. Três deles fazem parte do projeto <strong>Benzina</strong>, de música eletrônica. Também é instrumentista no grupo infantil <strong>Pequeno Cidadão</strong>. Foi eleito pela revista <strong>Rolling Stone</strong> como um dos 100 músicos mais importantes da MPB em todos os tempos.</p>
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<p><strong>Lúcio Maia</strong></p>
<p>Integrante-fundador da banda pernambucana <strong>Chico Science &amp; Nação Zumbi</strong>, marco zero do movimento Manguebeat, que se mantém ativa e prepara o décimo álbum. Em carreira solo, compôs dois trabalhos, sempre sob o codinome <strong>Maquinado</strong>. Também toca guitarra no projeto <strong>Almaz</strong>, que une o baterista <strong>Pupillo</strong>, o baixista <strong>Antônio Pinto</strong> e o cantor <strong>Seu Jorge</strong>. Compôs as trilhas sonoras dos principais filmes do novo cinema de Recife, como <strong><em>Baile Perfumado</em></strong> e <strong><em>Amarelo Manga</em></strong>.</p>
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<p><strong>Tim Bernardes</strong></p>
<p>Com apenas 26 anos, é o caçula da turma. É compositor e líder da banda paulista <strong>O Terno</strong>, que fundou aos 16 anos, e por onde já lançou três álbuns muito elogiados pela crítica, além de participar de dois trabalhos de <strong>Tom Zé</strong>. Entre seus projetos paralelos, tem a dupla <strong>Pereirinha e Pereirão</strong> junto do pai, o músico <strong>Mauricio Pereira</strong> (<strong>Os Mulheres Negras</strong>). E a banda cover <strong>Juscelino e os Kubitschekers</strong>, com a qual faz o <strong>Baile do Juscelino</strong>. <strong>Tim</strong> se prepara para a estreia solo, com um álbum a ser lançado ainda em 2017.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SINFONIA SAMSUNG ROCK</strong></p>
<p>Com <strong>Orquestra Juvenil Heliópolis</strong> e os guitarristas <strong>Edgard Scandurra</strong>, <strong>Luis Carlini</strong>, <strong>Lucio Maia</strong> e <strong>Tim Bernardes</strong></p>
<p>Concepção:<strong> Monique Gardenberg</strong>, <strong>Jeffrey Neale</strong> e <strong>Lourenço Rebetez</strong>, com colaboração<strong> de Marina Lima</strong></p>
<p>Curadoria e roteiro: <strong>Marcus Preto</strong></p>
<p>Direção Musical: <strong>Ruriá Duprat</strong></p>
<p>Regência: maestro <strong>Edilson Venturelli</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SERVIÇO:<br />
</strong>RIO DE JANEIRO<br />
Dia 03 de setembro, domingo, 18h<br />
Praia de Ipanema (entre ruas Henrique Dumont e Aníbal de Mendonça)</p>
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<p>SÃO PAULO<br />
Dia 10 de setembro, domingo, 18h<br />
Auditório Ibirapuera (voltado para o parque)<br />
Parque Ibirapuera</p>
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