Samsung explora como confiança, segurança e privacidade moldam o futuro da AI na CES 2026

12-01-2026
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A série Samsung Tech Forum, na CES 2026, contou com discussão sobre o futuro da confiança e da AI

A Samsung Electronics Co., Ltd. realizou um painel com especialistas globais intitulado “In Tech We Trust? Rethinking Security & Privacy in the AI Age”, como parte de sua série Tech Forum na CES 2026. Feita no The Wynn, em Las Vegas, a sessão reuniu especialistas globais em tecnologia, pesquisa e ética para explorar como a confiança surgiu como um dos fatores mais críticos que moldam a forma como as pessoas adotam e se relacionam com a AI, à medida que ela se integra de maneira cada vez mais fluida ao cotidiano.

 

Tornando a inteligência invisível confiável

À medida que a AI passa a antecipar necessidades, organizar rotinas e operar de forma autônoma entre dispositivos, os panelistas Allie K. Miller, CEO da Open Machine; Amy Webb, CEO do Future Today Strategy Group; Zack Kass, consultor global de AI na ZKAI Advisory e ex-líder de Go-To-Market da Open AI; e Shin Baik, líder do AI Platform Center (APC) da Samsung Electronics, enfatizaram que a confiança deve ser conquistada não por meio de promessas, mas por comportamentos consistentes e compreensíveis.

 

Durante a sessão, a Samsung compartilhou sua abordagem de confiança desde o design, destacando a importância de sistemas de AI que sejam previsíveis, transparentes e fáceis de controlar pelos usuários. “Quando se trata de AI, os usuários buscam transparência e controle”, afirmou Allie Miller. “Eles querem ser protagonistas de suas próprias experiências personalizadas — entender se um modelo de AI está sendo executado localmente ou na nuvem, ter a certeza de que seus dados estão seguros e ver com clareza o que é impulsionado por AI e o que não é. Esse nível de visibilidade constrói confiança. Do lado do provedor, há a responsabilidade de atender aos usuários projetando experiências personalizadas em torno dos principais pilares da confiança — clareza, segurança e responsabilidade”.

 

A Samsung também destacou como a AI no dispositivo permite que os dados pessoais permaneçam locais sempre que possível, enquanto a inteligência baseada em nuvem pode ser utilizada de forma seletiva quando são necessárias maior velocidade ou escala, oferecendo flexibilidade aos usuários sem comprometer a privacidade.

 

Segurança desenvolvida para um mundo impulsionado por AI

O painel também explorou como, à medida que as inteligências se tornam distribuídas entre smartphones, TVs e eletrodomésticos, a segurança precisa evoluir. Na sessão, a Samsung destacou sua plataforma de segurança Samsung Knox — que agora protege bilhões de dispositivos desde o chipset — além do Knox Matrix, um framework de segurança entre dispositivos que permite que os produtos se autentiquem e se protejam mutuamente.

 

“A confiança na AI começa com uma segurança comprovada, não prometida”, disse Shin Baik. “Há mais de uma década, o Samsung Knox oferece uma plataforma de segurança profundamente integrada, projetada para proteger dados sensíveis em todas as camadas. Mas a confiança vai além de um único dispositivo — ela exige um ecossistema que se proteja. Com o Knox, os dispositivos se autenticam e se monitoram continuamente, de modo que cada dispositivo atue como um escudo para os demais, criando um ambiente resiliente e seguro no qual os usuários podem confiar”.

 

Uma conversa entre setores sobre o futuro da confiança

Shin Baik ressaltou como a confiança cresce quando a AI se comporta de forma previsível e segura entre dispositivos, argumentando que os usuários precisam de sinais visíveis de controle, em vez de sistemas do tipo “caixa-preta”. A Samsung destacou suas parcerias com líderes do setor, como Google e Microsoft, como uma forma de fortalecer pesquisas compartilhadas em segurança, interoperabilidade e proteção em todo o ecossistema, enquanto Allie Miller enfatizou a importância da transparência para os usuários, incluindo visibilidade clara sobre onde os modelos de AI são executados, como os dados são utilizados e rótulos explícitos que mostrem o que é impulsionado por AI e o que não é. Já Zack Kass acrescentou que, embora a desinformação e o uso indevido representem desafios reais, “para cada risco, também há uma contramedida, e a própria tecnologia terá um papel fundamental na mitigação dos pontos negativos da AI”.

 

Amy Webb avaliou a relação entre confiança e os hábitos de compra dos consumidores. “Não acho que eles tomem decisões baseadas apenas na confiança”, disse. “As pessoas não pagam por confiança. Elas não compram coisas por causa da confiança. Elas compram por conveniência. Portanto, se a parte de AI cativa as pessoas, isso torna suas vidas mais fáceis e convenientes”.

 

À medida que a IAI se torna cada vez mais invisível, o painel concluiu que as tecnologias que conquistarão a confiança de longo prazo serão aquelas que priorizarem segurança, transparência e escolhas significativas para o usuário desde o início.

 

 

 

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